Liderança e Coaching

ID
Liderança e Coaching·3 Mar 2026·5 min. de leitura

“Eu” versão 2.0?

Qual seria a sensação de ser uma versão melhorada de si mesmo? Numa altura em que contestamos de forma veemente o rumo que está a ser sugerido por aqueles que nos lideram, ou por outros acima deles, é desafiante tomar as rédeas do nosso próprio destino, até porque muito deixa de passar pelas nossas mãos e por aquilo que podemos, de facto, alterar. Mas até que ponto podemos continuar a trabalhar em nós mesmos? Como conseguir energia e motivação para mudar a nossa forma de estar, de ser, de agir e transformarmo-nos em pessoas melhores? Podemos dizer que tudo se resume a uma mudança de atitude, mas não é assim tão simples. Podemos sentir que tudo não passa de uma “mariquice” e que os outros é que devem alterar os seus comportamentos e acções em função da nossa maneira de ser, até porque somos profissionais, boas pessoas e exemplos para os outros. Jim Rohn disse “trabalha mais em ti mesmo que no teu trabalho”, pois dessa forma o resultado do que produzes será directamente proporcional ao investimento que fizeste em ti mesmo. Muitas vezes a nossa abordagem no executive coaching é mesmo essa, ser um veículo catalisador para que o coachee entenda a sua verdadeira dimensão e o seu enorme potencial. Quando trabalhamos em nós mesmos, assumimos 100% de responsabilidade do nosso percurso e do que temos de alterar para conquistar outras etapas e metas na nossa vida. Como num artigo não podemos realizar uma sessão de coaching, podemos levantar certas questões que nos desafiam a “parar para pensar” e quem sabe a motivar-nos para erguer a cabeça e ter outra corresponsabilidade pelo futuro. Não podendo ouvir as vossas respostas, podemos incluir algumas reflexões. O que o torna feliz? São tão interessantes as respostas a esta questão. Descobrimos que o que faz alguns de nós felizes são momentos, emoções, instantes em que tudo se encaixa no universo e sentimos um amor incondicional.… [ Ler mais… ]

Ler mais →
ID
Liderança e Coaching·3 Mar 2026·4 min. de leitura

Ano meio cheio ou meio vazio?

E chegamos ao final de mais um ano… Muitas das metas atingidas, outras tantas terão ficado pelo caminho. Alguns desses objectivos seriam pessoais, outros profissionais, uns representaram enormes desafios, outros foram conseguidos com menos esforço. Uns foram inesperados pela positiva, outros tremendas desilusões. Esta é também a altura de fazer o balanço do que foi feito de errado e do que se deve corrigir no futuro, para que não se volte a cometer os mesmos erros. Mas se o novo ano está aí, também tem de existir uma nova motivação, uma nova maneira de encarar não só os 365 dias que aí vêm, mas também todos os outros que se seguirão. É esta a parte desafiante! Assistimos a muitas acções de formação, lemos muitos livros, fazemos muitos planos, mas sem uma disciplina férrea voltamos muitas vezes a cair nos mesmos erros, a deixar-nos consumir pelos mesmos problemas, a ficar presos nas rotinas e a esquecer-nos daquilo que de facto interessa. Por isso gosto de pensar num ano meio cheio e não meio vazio. Prefiro acreditar que existe ainda muito por fazer, que muito há por crescer e por completar! E não podemos pensar no vazio, no que já foi e não volta atrás e por isso não tem qualquer hipótese de melhorar! E uma vez mais, no início de mais um ano, voltamos a pensar e a equacionar tudo o que precisamos de concretizar, as metas que queremos atingir e como vamos conseguir esse feito. Pense e Escreva É sempre o início de tudo! Se não pensarmos no que queremos em termos de objectivos, será basicamente impossível atingirmos os mesmos. Quase tão importante como pensar no que queremos é escrever com pormenor esses mesmos objectivos. Não basta pensar, pois uma frase ou uma lista têm muito mais força e geram muito mais compromisso e empenho que apenas um pensamento.… [ Ler mais… ]

Ler mais →
ID
Estratégia e Gestão·3 Mar 2026·4 min. de leitura

Body Combat ou Pilates?

E não estamos apenas a falar em exercício físico, mas a falar de como podemos trabalhar com as equipas nas empresas para que o melhor delas seja conseguido. Todos sabemos que estas duas modalidades têm grandes diferenças. Mas nas empresas por vezes é necessário colocar a equipa em modo Combat e por vezes o Pilates é o método mais eficaz de trabalhar com ela. O grande desafio é perceber quando temos de colocar a nossa equipa a praticar um desporto ou outro. Body Combat Para todos os aficionados neste desporto, ele combina destreza física, música de alto impacto, um conjunto de movimentos sincronizados e uma libertação de energia enorme. É um momento fantástico para libertar o stress e tensão acumulados, enquanto melhora a capacidade física, acompanhada por uma tremenda sensação de bem-estar, sem ser extenuante. Mas o que tem o Body Combat a ver com as empresas e as equipas? São muitas as ocasiões em que a sua equipa tem de praticar um pouco de Combat e todos os líderes devem procurar estes momentos. – O esforço adicional é muitas vezes necessário. Há ocasiões em que precisamos que as equipas dêem tudo por tudo, não em termos físicos, mas em termos de empenho, devoção, entusiasmo e trabalho. Não que com esse esforço se pretenda o desgaste das pessoas, mas acima de tudo o entusiasmo em dar o melhor de cada um;

Ler mais →
ID
Estratégia e Gestão·3 Mar 2026·4 min. de leitura

Já apertou a sua equipa hoje?

Pode ser considerada violência se apertarmos demais a nossa equipa? Ainda esta semana me disseram que quando “apertavam” algumas pessoas na equipa, os resultados apareciam e voltavam-se a cumprir os procedimentos. Entendemos que quando se aviva a memória dos colaboradores, quando se insiste para fazer algo, quando se espevita a motivação e o foco no resultado, os resultados aparecem ou são francamente melhores. Mas o estar constantemente a apertar a sua equipa pode causar efeitos secundários e estes poderão não ajudar em nada a sua empresa a longo prazo. Um dos grandes desafios na liderança é saber quando, como e com que intensidade se podem pressionar os colaboradores. Nem todos reagem do mesmo modo a uma pressão e o ideal é descobrir o ponto de equilíbrio. Quando lidamos com equipas, procuramos conhecer o modo como todas as pessoas reagem à pressão, ao stress, à exigência e às necessidades de ter resultados para saber como será a melhor maneira de exercer a pressão. Pressão a menos Poderá ser aparentemente mais simples, mas não é de todo o mais eficaz. Sem alguma pressão poderá fazer com que toda a sua equipa perca o entusiasmo que tem e se acomode aos resultados que tem vindo a apresentar.

Ler mais →
ID
Liderança e Coaching·3 Mar 2026·4 min. de leitura

Que fazer quando a sua equipa não ganha?

Uma das questões a nível pessoal que mais problemas nos causam é o fenómeno das crises cíclicas. Está estudado que quer a nível pessoal quer a nível profissional, de x em x tempo, surge uma crise. É um fenómeno que está mais do que estudado e confirmado. Se recordar a sua vida, vai ver que esta situação também já ocorreu consigo. Daí a expressão popular que “a vida é como os interruptores, umas vezes para cima, outras vezes para baixo”. Se a memória não me falha, foi o Herman José que teve esta expressão aqui há uns anos. De facto, quanto mais vivo e quanto mais lido com pessoas e empresas em termos de formação, mais me convenço da veracidade desta afirmação. Ora se este fenómeno é algo que acontece ciclicamente, como pais, mães, maridos, mulheres, profissionais, directores, gestores, ou qualquer que seja o seu papel na vida, saber gerir eficazmente as suas crises é algo fundamental para o seu sucesso. Uma das coisas que pergunto às pessoas que frequentam o nosso Workshop de Liderança Interpessoal é “qual é a cor do seu pára-quedas?”.

Ler mais →
ID
Liderança e Coaching·3 Mar 2026·4 min. de leitura

Mas afinal quem usa calças na empresa?

Já parou para olhar em volta e ver o lugar de destaque que cada vez mais mulheres ocupam na vida activa deste país? Mesmo tendo uma das quotas de mulheres no governo mais baixas, assistimos a um domínio cada vez maior do universo feminino. De facto, basta olhar ao longo dos anos para o número crescente de mulheres com frequência universitária, seja qual for o curso e com prestações notáveis em todos os ramos da sociedade. E nas empresas? Porque nos interessa tanto o factor mulher e liderança? Bem, acima de tudo porque sou mulher! E porque sinto na pele no dia-a-dia o mesmo que milhares de mulheres por este Portugal. Será que “corremos” de modo diferente? Com que papéis lidamos diariamente? Correndo o risco de parecer feminista, mas apostando apenas no feminino, convenhamos que as mulheres de hoje têm de encarnar vários papéis: mães, esposas, amigas, namoradas, etc. Eles também têm em versão masculina, mas depois vêm outros: cozinheira, enfermeira, bombeira, gestora do lar, economista, gestora de tempo, pluridisciplinar, líder, problem solver, enfim…

Ler mais →

Receba Estratégias e Dicas Práticas de Vendas, Negociação e Liderança Todas as Semanas

Junte-se a milhares de profissionais de vendas que recebem semanalmente as melhores dicas e técnicas de vendas diretamente do José de Almeida.

✓ 1 artigo prático por semana sobre vendas

✓ Dicas exclusivas de negociação e fecho

✓ Acesso antecipado a novas formações

✓ Pode cancelar a qualquer momento

Newsletter Semanal Gratuita

396+ artigos publicados · 20+ anos de experiência

Sem spam. Apenas conteúdo prático sobre vendas.