Liderança e Coaching

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Liderança e Coaching·8 Mar 2026·3 min. de leitura

A arte de delegar, uma ciência esquecida?

A arte de delegar diferencia muitas vezes os líderes dos seguidores! A razão para tal suceder prende-se com o facto de muitos de nós termos dificuldade em deixar cair a nossa necessidade de controlo. A arte de delegar é essencial nas organizações atualmente, que cada vez mais possuem estruturas achatadas. Para mais eficazmente delegar, tente implementar os seguintes pontos de cada vez que tiver de o fazer: Encontre a pessoa certa para o projeto Não atribua o projeto a qualquer um, a não ser que não se importe com o resultado que o mesmo venha a ter. Se quer que o trabalho seja bem executado, deverá obrigatoriamente, e sempre que possível, encontrar a pessoa mais adequada. Caso isso não seja possível, encontre a que apresente o melhor compromisso e invista a treiná-la para que de facto se verifiquem bons resultados. Delegue autoridade e responsabilidade A pior coisa que poderemos fazer é delegar uma tarefa e depois atar as mãos da pessoa. Se escolheu a pessoa certa ou investiu na formação de uma, tem de lhe dar autoridade para que o trabalho possa ser realizado sem a sua supervisão. Se passa a vida a analisar cada passo que a pessoa dá, não está, de facto, a delegar.Desta forma, torna-se mais simples tornar a pessoa responsável pela qualidade do trabalho em causa. Torne a descrição da tarefa clara como a água Explique claramente a natureza do projeto à pessoa. Isto pode ser feito verbalmente ou por escrito, dependendo da complexidade da tarefa em causa. Disponibilize-se para responder a todas as questões que lhe coloquem rapidamente e de forma detalhada para que a pessoa sinta o seu apoio no processo. Acorde uma data limite Quando a pessoa a quem delegamos entende as suas necessidades e acima de tudo as suas expectativas, tudo se torna mais simples.… [ Ler mais… ]

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Sabe como acompanhar os seus vendedores?
Liderança e Coaching·8 Mar 2026·5 min. de leitura

Sabe como acompanhar os seus vendedores?

Um dos maiores lapsos que encontramos na gestão das equipas de vendedores hoje em dia é a falta de tempo para “liderar e acompanhar” versus “gerir” a sua equipa.O que é normal hoje em dia é que o Chefe de Vendas ou Diretor Comercial passe uma quantidade enorme de tempo a resolver problemas ou “preso” com negócios existentes.O problema desta prática é que deixa pouco tempo para estruturar o crescimento da sua equipa.A não ser que já tenhamos uma equipa perfeita – o que, sinceramente, se a tem, os meus parabéns – a estruturação é essencial para atingir os resultados anuais de vendas.Programar tempo para acompanhar os nossos vendedores no terreno apresenta muitas vantagens.É essencial para focar o desenvolvimento individual de cada vendedor, reforçar o que estão a fazer bem e identificar as áreas que podem melhorar e que farão a maior diferença na sua evolução.Este processo apresenta as seguintes vantagens: O feedback é dado de uma forma mais próxima e pessoal, tornando-se mais fácil a sua incorporação ao nível subconsciente;Melhora e reforça a relação com o vendedor, o que motiva e inspira uma performance superior;Providencia evidências tangíveis para avaliação e revisão;Permite-nos aferir face a face com os nossos clientes o seu nível de satisfação, mas mais importante, o entendimento por parte do vendedor das suas necessidades;Pode permitir a demonstração do “modelo” de venda existente na empresa de uma forma mais prática e objetiva no terreno. Nas estratégias que habitualmente desenvolvemos para os nossos clientes podem existir três tipos de acompanhamentos comerciais:Apenas Observação: Este tipo de acompanhamento permite aferir o nível de competência do vendedor numa situação real.Quando se utiliza este acompanhamento é importante: O vendedor avisar o cliente com antecedência que será acompanhado pelo seu chefe e explicar as razões para tal, por exemplo, visita anual aos clientes mais importantes;Acordar com o Vendedor que mesmo que o cliente ponha questões, deverá ser ele a responder e que temos total confiança na sua capacidade para tal; Demonstração: Um acompanhamento de demonstração permite-nos conduzir a visita de modo que o vendedor possa ter um modelo adequado de como proceder no futuro.… [ Ler mais… ]

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Por que é que falhamos?
Liderança e Coaching·8 Mar 2026·4 min. de leitura

Por que é que falhamos?

Já pensou nisto a sério? Vamos então analisar algumas das nossas razões favoritas: 1. Falta de persistência Muitas vezes falhamos, não porque nos falte o conhecimento ou as ferramentas para levarmos a cabo o nosso projeto, mas antes porque desistimos cedo de mais. Quando os problemas parecem insustentáveis é normalmente mais simples deixar cair os braços e dizer “é maior que eu”. Já pensou na persistência que Thomas Edison precisou de ter para criar algumas das suas maiores invenções? Provavelmente o mundo não seria como o conhecemos hoje em dia, caso essa persistência não tivesse existido. Os vencedores caem, mas não se deixam abater por isso. Meta na sua cabeça que o ato de falhar não quer dizer que sejamos falhados. 2. Falta de convicção A maioria das pessoas que tem falta de convicção gosta de andar no meio da estrada.Sabe o que é que acontece quando andamos no meio da estrada? Mais cedo ou mais tarde somos atropelados. As pessoas sem convicções têm tendência a evitar os confrontos e a alinhar com o lado esquerdo ou direito conforme lhes der menos chatices. Normalmente por falta de coragem ou confiança em si próprias. Conformam-se por forma a serem aceites, mesmo quando sabem que o que estão a fazer está errado. Comportam-se como parte da alcateia. 3. Racionalizar as desculpas Um vencedor pode analisar, por forma a conseguir futuramente evitar um erro. Um perdedor tem tendência a racionalizar e chegar a todo o tipo de desculpas para justificar por que não o conseguiu fazer. Normalmente apresenta “racionalizações” (ou serão desculpas) como: Não tenho sorte nenhumaNão nasci com o … voltado para a luaNão sou bem-parecidoNão tenho os contactos certos (também designados por cunhas)Não tenho dinheiro suficienteEstamos em criseSe ao menos eu tivesse uma oportunidade E por aí adiante. 4. Não aprender com os erros passados Algumas pessoas vivem e aprendem.… [ Ler mais… ]

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Será que na vida somos “atores” ou vítimas?
Liderança e Coaching·8 Mar 2026·3 min. de leitura

Será que na vida somos “atores” ou vítimas?

Uma das coisas que normalmente pergunto às pessoas que frequentam os Cursos de Liderança é precisamente isto: “Na vida são atores ou vítimas?” Invariavelmente faz-se um silêncio na sala. Todos nós somos bons a ser vítimas. A queixarmo-nos. A lamentarmo-nos. A tentar que a nossa história seja sempre pior do que a do vizinho Esta questão faz-me sempre lembrar um sketch dos Monty Python, em que um conjunto de pessoas com bom ar começa a falar da sua infância. Começa um deles a contar as condições degradantes e pobres que tinha, em como só tinham um cobertor para 3. Em como o teto tinha buracos e chovia. É interrompido pelo segundo que pega no tema e diz que o outro até tinha muita sorte, pois eles lá em casa nem cama tinham, só havia um jornal velho para 7 e nem teto tinham. Vai outro, pega no tema e diz que eles todos eram felizardos. Eles lá em casa dormiam num buraco e todos os dias levavam uma tareia antes de ir dormir para irem quentinhos para a cama e sem jantar. Se repararem à vossa volta, a maioria das pessoas funciona assim. Quando perguntam: “Como é que vais?”. O que é que normalmente respondem? “Assim-assim, vai-se andando, etc.” Este fado que temos na alma é das coisas mais prejudiciais que temos na nossa cultura. O País pode andar mal, as coisas podem estar difíceis. Mas seja sincero, algumas destas lamentações vão ajudá-lo a mudar? Claro que não! Quando muito fazem com que fiquemos muito mais deprimidos e nos afundemos na nossa “miséria”. Se quer, de facto, mudar a sua vida, comece por mudar a forma como pensa. A forma como reage. A forma como encara as situações. Uma das coisas que aprendi há muitos anos foi que não posso mudar aquilo que me acontece (cai de pára-quedas) na vida.… [ Ler mais… ]

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Conhece o Hilário?
Liderança e Coaching·7 Mar 2026·4 min. de leitura

Conhece o Hilário?

Quer atingir as suas metas e objetivos? Então, mais cedo ou mais tarde, vai ter de conhecer o nosso amigo Hilário. Mas pergunta, e bem, quem é o Hilário? O Hilário é um amigo que reside no nosso cérebro, na parte habitualmente designada por “subconsciente” ou “inconsciente”. O cérebro está dividido em 2 partes principais. Uma que ocupa cerca de 10% e outra que ocupa 90%. Com certeza que já ouviu falar disto antes. Muitas vezes até utilizamos a imagem de um iceberg para o representar, em que os 10% fora de água representam a nossa mente consciente. Os 90% debaixo de água representam o subconsciente ou inconsciente, como também é por vezes chamado. Ora é precisamente nestes 90% que o nosso amigo habita. E o mais engraçado é que uma das suas principais necessidades, e do cérebro, é a necessidade de congruência. Temos normalmente de ser congruentes entre o que dizemos e fazemos. Entre o que acreditamos que somos e a forma como agimos. Um exemplo disso são aquelas pessoas que passam a vida a dizer: “Sou tímido, sou tímido, sou tímido.” E, de facto, quando olhamos para eles, são as pessoas mais tímidas deste mundo. Mas é engraçado que quando estas pessoas são colocadas em frente de uma audiência de 500 pessoas, a falar de um tema que as apaixona, depois de quebrar o gelo inicial, não são as pessoas mais fantásticas deste mundo? Então onde é que ficou a questão da timidez? A questão é precisamente a congruência. Portanto, aquilo em que o nosso amigo Hilário acreditar vai influenciar a forma como ajo, como penso e como reajo em relação àquilo com que o mundo e a vida me presenteiam. Ora mas o que é que isto tem a ver com atingir metas e objetivos de vida? Pense comigo e veja se isto já não lhe aconteceu.… [ Ler mais… ]

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Como líder é Pessoa ou Personagem?
Liderança e Coaching·7 Mar 2026·4 min. de leitura

Como líder é Pessoa ou Personagem?

Como líder, um dos aspetos aos quais temos de estar atentos prende-se com a questão da dinâmica pessoa ou personagem? Ou seja, a forma como atuamos no mundo. Será que somos pessoas? Será que somos personagens? Uma das coisas que me tem ocupado a mente nos últimos tempos é precisamente esta questão. “Quais são os papéis que tenho na minha vida?” Numa sessão de coaching que fiz aqui há algum tempo, lembro que, por portas travessas, chegámos a esta questão. Lembro-me até que consegui desenhar um conjunto de círculos num papel e que um deles tinha escrito “Formador / Vendedor de Ideias”, outro “Família”, outro “Líder”. O coaching tem destas coisas, por vezes saltam aquilo a que carinhosamente chamo de “pipocas”. Por pipocas entendam-se aquelas ideias que nos vêm à cabeça quando o nosso coach nos faz uma pergunta que por vezes até parece despropositada, mas que tem este efeito. Se quisermos, trata-se de um salto quântico da mente para um sítio que por vezes não tinha nada a ver com o anterior, mas que permite explorações de uma validade inquestionável. A pergunta que me fez saltar mais, que recordo com carinho e que gostaria de partilhar aqui convosco hoje, foi: “Em que parte da tua vida e como líder é que todos os papéis estão reunidos?” A minha reposta, por incrível que pareça, foi imediata. No projeto de formação comercial e de liderança gratuita para desempregados. Confesso que estanquei e até eu próprio fiquei surpreendido com o que saiu. De facto, nunca tinha pensado nisto desta forma, explorando esta situação, e cheguei à conclusão que era o único sítio em que, se quiserem, podia ser eu próprio, na totalidade, com todas as minhas facetas e contra facetas. Na minha vida a componente da entrega aos outros sem expectativa de retorno é algo que tem vindo a assumir um papel muito forte nos últimos anos.… [ Ler mais… ]

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